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Com que idade deve o meu filho começar a aprender inglês?

É uma das perguntas que mais ouvimos dos pais: “Não será cedo demais para o meu filho aprender inglês?” Ou, pelo contrário: “Já não será tarde?”

A resposta curta é tranquilizadora. Quanto mais cedo a criança contacta com uma segunda língua, mais natural é a aprendizagem. Mas não existe uma idade a partir da qual deixa de valer a pena. O que faz mesmo a diferença é a forma como a língua entra na vida da criança.

Quanto mais cedo, mais natural

As crianças pequenas não aprendem uma língua como os adultos. Não decoram listas de palavras nem regras de gramática: absorvem sons, expressões e significados através do que ouvem, veem e fazem no dia a dia.

É por isso que, nos primeiros anos, uma segunda língua pode ser adquirida quase da mesma forma que a língua materna: a brincar, a cantar, a ouvir histórias e a comunicar com outras pessoas. A pronúncia tende a ser mais natural e a criança perde o medo de falar, porque para ela aquela língua faz simplesmente parte do mundo.

Isto não quer dizer que uma criança que começa aos 8 ou 10 anos já “perdeu o comboio”. Quer dizer apenas que, quando começa mais cedo, o caminho costuma ser mais leve.

Aprender duas línguas confunde a criança?

Este é um dos receios mais comuns e, felizmente, um dos mitos mais desmentidos pela investigação.

Os estudos sobre desenvolvimento da linguagem mostram que crescer com duas línguas não provoca atrasos nem confusão. É normal que, numa fase inicial, a criança misture palavras das duas línguas na mesma frase, ou que conheça umas palavras numa língua e outras na outra. Isso faz parte do processo e não é sinal de problema.

Se, ainda assim, notar que a linguagem do seu filho parece atrasada, o melhor é falar com o pediatra ou com um terapeuta da fala, em vez de atribuir automaticamente essa dificuldade ao bilinguismo.

Mãos de criança a folhear um livro ilustrado

E na escola pública, quando começa o inglês?

Em Portugal, o inglês passou a ser disciplina obrigatória no 1.º ciclo a partir do 3.º ano de escolaridade, com o Decreto-Lei n.º 176/2014, aplicado desde o ano letivo 2015/2016. Ou seja, no ensino público, a maioria das crianças começa a ter inglês curricular por volta dos 8 anos.

Muitas famílias procuram, por isso, formas de expor os filhos à língua mais cedo: atividades extracurriculares, explicações, ou escolas bilingues onde o inglês está presente desde o jardim de infância.

Estudar uma língua não é o mesmo que viver uma língua

Há uma diferença grande entre ter uma disciplina de inglês umas horas por semana e usar o inglês para aprender, brincar e comunicar.

Quando a língua é apenas mais uma matéria, com fichas e testes, a criança tende a vê-la como uma obrigação. Quando a língua é usada em contexto (numa história, numa experiência de ciências, numa conversa com o professor), passa a ser uma ferramenta. E é assim que se ganha confiança para falar.

Como pode ajudar o seu filho em casa

  • Músicas e histórias em inglês: curtas, repetitivas e divertidas. A repetição é uma grande aliada nas idades mais novas.
  • Desenhos animados na versão original: em doses moderadas, ajudam a habituar o ouvido.
  • Sem pressão: não transforme o inglês num teste. Elogie a tentativa, não a perfeição.
  • Não precisa de ser fluente: aprender algumas palavras em conjunto com o seu filho também é uma forma de mostrar que errar faz parte.
  • Constância em vez de intensidade: 10 minutos por dia valem mais do que uma hora de vez em quando.

Na SIS, o inglês faz parte do dia a dia

Na Seixal International School, o ensino é bilingue e segue o currículo Cambridge. O inglês não fica fechado numa disciplina: está presente nas rotinas, nas atividades e na forma como as crianças aprendem, desde o Kindergarten (3 e 4 anos) até à Primária.

Com turmas reduzidas e um ensino personalizado, cada criança avança ao seu ritmo e ganha confiança para comunicar nas duas línguas.

Quer conhecer a escola? Faça a sua pré-inscrição ou fale connosco.

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